As melhores empresas para trabalhar em 2017

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Ano novo, vida nova. Ou pelo menos é assim que a sabedoria popular costuma afirmar, num cliché que pelo menos serve para aumentar o fluxo de utilizadores de ginásios durante o mês de Janeiro.

Mas se a chegada do novo ano também pode ser um excelente pretexto para mudar de emprego, esse processo está agora facilitado. A plataforma Glassdoor voltou a lançar a sua lista anual dos melhores empregadores, numa avaliação que considera as críticas dos próprios empregados para ordenar as corporativas que mais parecem apostar na sua estratégia de Employer Branding.

Para entrar na lista, as empresas em questão devem ter reunido pelo menos 75 críticas de empregados, que avaliaram o seu desempenho enquanto empregador em diversas categorias, entre as quais se destacam as oportunidades de progressão na carreira, a remuneração, a relação com a chefia, o equilibro entre vida pessoal e trabalho ou a cultura empresarial.

Todas as empresas presentes no Top 50 estão enquadradas num intervalo de avaliação de apenas 0.5 pontos, numa escala que vai de 0 a 5. A média deste ano situou-se nos 3.3 pontos.

À semelhança do que já tinha acontecido por duas vezes (em 2012 e 2014), a empresa a liderar a tabela foi a Bain & Company, consultora americana que segue uma “política de valorização das competências técnicas, mas também as skills emocionais dos seus profissionais e o seu fit face à cultura da empresa”, segundo aponta o Expresso.

Em segundo lugar segue-se o Facebook. A gigante das Redes Sociais mantém-se nos lugares do pódio, depois de ter sido primeira em 2011 e 2013 e de conseguir um honrado quinto lugar na lista do ano passado.

Segundo as avaliações na Glassdoor, os principais problemas da empresa de Mark Zuckerberg passam pelas longas horas de trabalho a que algumas das equipas podem estar sujeitas, mas a cultura empresarial e a oportunidade de “trabalhar entre os melhores” na área tecnológica parecem contra-balançar essa situação.

A grande descida do ano ficou a cargo da Airbnb, que liderava o ranking do ano passado. A plataforma de arrendamento de curta duração caiu para o 35º lugar, num fenómeno que o CEO da Airbnb classifica como natural face à ocorrência de “dores de crescimento normais para uma Startup”. Fiquem com a lista completa, cortesia do Bloomberg.